Psicosaber

Archive for agosto 2009

Arvore

 

Subindo os barrancos da vida

Outrora, descendo as ladeiras da morte

As cores são turvas, densas e inexpressivas

O caminho é ermo

As árvores estão mortas

Não existe beleza

Só tristeza

Os vultos se acotovelam

Espreitando minha melancolia

Mas, a alma está serena, límpida, plena

O tempo já não é importante

Não existem compromissos

Estarei entregue ao esquecimento

Viverei no ostracismo

Mas terei a eternidade pra lamentar

Uma vida perdida

 

 

Jorge Cristiano

Em uma convenção de fabricantes de cervejas brasileiras, reunindo os maiores produtores do país, estavam presentes os presidentes da Brahma, Skol , Kaiser, Antartica, Schin, etc.
Ao término do simpósio todos se reuniram no restaurante para uma ‘confraternização’. Muito esperto, ao perceber a aproximação do garçom, o presidente da Schin pediu em alto e bom som:
– Garçom, uma Nova Schin, por favor! Isso sim é que é bebida!
Todos se olharam espantados, enquanto ele contemplava sua cerveja, certo de que saíra bem.
Não querendo deixar por menos, o presidente da Brahma sentenciou:
– Amigo! Traga a verdadeira nº.1 !
Novamente todos se olharam espantados e ele ficou achando que deu a resposta merecida!
Na mesma moeda, o presidente da Kaiser bate na mesa e grita:
– Me vê a do baixinho! Esse sabe das coisas…
E assim, seguiram os presidentes das cervejarias, cada um pedindo a sua maneira, até que chegou a vez do presidente da Skol:
– Garçom! Uma coca-cola, por favor!
Todos se olharam abismados, achando que ele perdera uma boa oportunidade de responder a altura.
O garçom curioso, aproxima-se e pergunta:
– O senhor tem certeza?
Ele respondeu:
– Tenho! Se ninguém vai beber cerveja, eu também não vou!

O seu sorriso é seu cartão de visitas, portanto dentes malcuidados afetam o visual, podem deixar a pessoa com vergonha de sorrir, causam mau hálito e acabam comprometendo muito os relacionamentos pessoais. Isso sem falar que a saúde bucal muitas vezes reflete a saúde geral, portanto, você não estará saudável se não tiver boa saúde bucal.
“Os dentes, gengivas e língua precisam estar sempre limpos, evitando assim o fornecimento de ‘matéria-prima’ para as bactérias presentes na boca. Isso pode ser conseguido através de hábitos diários como dieta balanceada e cuidados com higiene bucal.” aconselha a especialista *Vivian Farfel.

Dentes saudáveis: sete dicas fundamentais:

1 – A escova dental é a “atriz principal” desse filme e deve possuir cerdas macias, arredondadas e cabeça pequena, para não traumatizar bochecha e língua, e facilitar a limpeza dos dentes do fundo.

2 – A escovação deve ser feita idealmente três vezes ao dia. Porém, diante de impossibilidades, deve se caprichar mais na escovação noturna, antes de dormir, pois durante o sono, a temperatura da boca aumenta, a produção de saliva diminui e as bactérias proliferam.

3 – O fio dental ao lado da escova também é o “ator principal” indispensável à saúde bucal, pois remove os resíduos alimentares de áreas onde a escova não alcança. É recomendável passá-lo pelo menos uma vez ao dia, de preferência antes da escovação noturna. Se caso a gengiva sangrar, não pare, persista, pois após três dias a inflamação diminuirá e o sangramento não mais ocorrerá.

4 – Como “atores coadjuvantes” na limpeza, têm-se a pasta de dente e os enxaguatórios, mais popularmente conhecidos como bochechos. Ambos oferecem sensação de frescor, hálito puro, porém não substituem de maneira alguma a escovação mecânica. A pasta de dente deve ser usada em pequenas quantidades, pois a espuma excessiva dificulta a correta visualização dos dentes. Esqueça da onda de pasta da propaganda, a quantidade certa esta mais para um grão de areia. Lembre-se sempre: quem escova, como o próprio nome diz é a escova. Em caso de dúvida sobre pasta ou enxaguatório pergunte ao seu dentista.

5 – A dieta deve ser equilibrada e em horários regulares. Frutas, verduras, proteínas tem consumo quase liberado, já açúcares, alimentos ácidos, refrigerantes, guloseimas devem ser ingeridos com moderação.

6 – Os doces de preferência, devem ser ingeridos após a refeição principal, pois o aumento da salivação neutraliza os ácidos produzidos pelas bactérias. Ingerir um copo de água após a ingestão de doces e alimentos pegajosos, também ajuda a remover os restos de alimento aderidos ao dente.

7- Alem disso, existem os alimentos protetores e alimentos detergentes. Os alimentos protetores estão representados pelo leite, iogurte, queijo, pipoca salgada, milho, castanha de caju, amendoim, nozes, coco ralado e são responsáveis pela formação de uma barreira entre o dente e as bacterias, limitando a ação dos ácidos produzidos. Já os alimentos detergentes são representados pela maçã, pêra, cenoura, milho, entre outras frutas, legumes e verduras crus, capazes de limpar a superfície do dente, durante a mastigação. A limpeza acontece através do atrito do alimento com o dente, removendo restos. No entanto, deve-se lembrar que esses alimentos agem como detergentes, mas não substituem a limpeza pesada com a escova.

 
Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/dentes_saudaveis.htm

 

 o-menino-do-pijama-listrado

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. ‘O menino do pijama listrado’ é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Aprenda a combater a vergonha de falar sobre dinheiro no trabalho e exija um salário compatível com sua atividade

A professora de inglês Danielle Nogueira, 22 anos, tem pavor de falar sobre dinheiro com seus alunos. Cada vez que um deles pede desconto no preço das aulas, ela cede rapidinho. Danielle cobra R$ 20 pela hora/aula, mas basta o contratante dar uma choradinha para os preços despencarem. ”Já cheguei a aceitar metade”, admite a estudante de letras carioca. ”Odeio definir valores, não sei negociar. Fico com pena da pessoa, acho que vou prejudicá-la se não ceder.

Em maior ou menor grau, todo mundo, principalmente no início da carreira, sente alguma dificuldade em estabelecer um preço pelo próprio trabalho – ou em convencer os outros de que ele é justo. Às vezes a vergonha é tamanha que a pessoa nem pergunta ”Quanto vou ganhar?” ao ser chamada para prestar um serviço. Ou pior: faz o trabalho e não cobra por ele, fica esperando que o contratante se manifeste e, se isso não acontece, deixa de embolsar o que lhe é devido. Essa é a realidade de muitos freelancers, mas há inúmeros profissionais com emprego fixo que travam na hora de tratar do próprio salário.

 
Melhore seu poder de negociação

A boa notícia é que dá, sim, para perder (ou pelo menos diminuir) a vergonha de falar sobre grana e, consequentemente, fazer acordos mais lucrativos. Segundo especialistas em recursos humanos, o primeiro passo é definir quanto vale o seu show, levando em conta três variantes: a qualidade do seu trabalho, a realidade específica de cada mercado e o perfil de quem está prestes a contratar você.
Há cinco anos atuando como hostess no Rio de Janeiro, Carolina Kisperger, 32, conhecida na noite como Carol Kiss, recusa sem remorso oportunidades em que lhe oferecem menos do que ela pede. ”Meu cachê é fechado. Não aceito menos dinheiro porque isso me desvalorizaria.” Ponto para ela! Estar segura do próprio valor é condição essencial para conseguir ganhos justos. Se nem você acredita no seu talento, como vai convencer os outros?
Consultora da DBM do Brasil, empresa de recursos humanos e treinamento, Irene Azevedo diz que a maioria das pessoas não tem habilidade para fazer marketing pessoal. O motivo? Não foram ensinadas a falar sobre si mesmas ou a divulgar seus feitos. ”Muitas temem ser consideradas falastronas ou metidas”, analisa a consultora. ”A recomendação não é fazer propaganda enganosa, mas se apossar das próprias habilidades e mencioná-las no momento certo.
Nos casos mais graves, profissionais de coaching (treinamento) podem ajudar o trabalhador a aprender a falar sobre si mesmo. Quem tem boa argumentação para sustentar a remuneração que estabeleceu como ideal estará menos insegura ao defendê-la. Lembre-se sempre: quando a galinha põe um ovo, ela cacareja. Não adianta só fazer, tem de anunciar que fez.
Outro passo importante para melhorar o poder de negociação é procurar conhecer bem o mercado em que se está inserido. Theo Van Der Loo, 27, vocalista da banda de rock Sayowa, lembra que ele e os outros cinco integrantes do grupo cansaram de fazer shows na Europa e voltar com os bolsos vazios. ”O que ganhávamos mal dava para pagar a viagem. Na verdade, topávamos qualquer cachê que nos ofereciam”, conta ele, que fez cursos de business na área de música e montou uma produtora. ”Sempre odiei lidar com números, mas ou a gente se profissionalizava ou enfiava a viola no saco”, afirma Theo, que hoje fatura bastante com a venda de produtos da banda e a organização de festivais.

 

Conheça o seu contratante

Depois de investigar o mercado, vale se informar sobre a empresa ou a pessoa que quer contratá-la. É uma companhia grande, com potencial para lhe pagar bem? Então peça mais. Se estiver lidando com uma firma pequena, os valores mudam. ”Se alguém presta um serviço exclusivo, o preço sobe. Se oferece um trabalho que o concorrente pode fazer igual, o valor pago cai”, diz a consultora financeira Glória Pereira.

 

Pega mal cobrar? Como peço um aumento?
 
Claro que não! Pega mal é não cobrar. Tenha em mente que você não é o único prestador de serviço que trabalha com a empresa e que receber cobranças é parte da rotina dela. Quando for fechar o negócio, pergunte: ”Com quem eu trato do pagamento?”. Isso vai colocar o assunto em pauta.

Lembre-se que aumento não se pede, se conquista. A consultora Irene Azevedo, da DBM do Brasil, recomenda esperar a hora da avaliação de desempenho com o chefe para apresentar os argumentos pró-aumento. Durante o ano, anote os grandes desafios que foram vencidos por você no dia-a-dia. ”Descreva o problema que lhe foi dado, a ação desenvolvida, o resultado alcançado e a data em que tudo isso aconteceu.”

 

Fonte: http://mdemulher.abril.uol.com.br/carreira-emprego/reportagem/desenvolvimento-profi/como-negociar-seu-salario-slideshow-490952.shtml?slide_count=0#scroll

Depressão é um tema importantíssimo para as mulheres. Principalmente quando elas estão na transição para a menopausa. Entender a relação entre os hormônios e os sintomas depressivos, por exemplo, poderia ajudar na definição das estratégias de prevenção e tratamento da depressão. Pois bem, uma pesquisa realizada na Austrália avaliou os dados de 138 mulheres, na pós-menopausa, que fazem parte de um grande estudo de base populacional. Os autores procuraram estabelecer a relação entre os níveis absolutos, ou suas alterações, e depressão. Eles não encontraram associações significativas entre níveis absolutos de vários hormônios, tais como testosterona, estradiol total ou livre, entre outros. Mas observaram que as mulheres com declínio do estradiol total ao longo de dois anos tinham 3 vezes mais chance de estarem deprimidas. Do mesmo modo, isto também ocorreu com o aumento grande do FSH, o hormônio folículo estimulante. A associação entre as variações dos níveis hormonais e estado de humor das mulheres é bem conhecida e tem sido empregada para explicar sintomas que aparecem em fases e períodos variados da vida da mulher: antes das menstruações, depois do parto, etc. As próprias mulheres estão aí para confirmar o que parece evidente; que as flutuações dos hormônios femininos mexem com a cabeça de qualquer uma. Mas vamos torcer também para que elas, de agora em diante, não coloquem toda a responsabilidade nos seus próprios hormônios.

 
Fonte: http://dralexandrefaisal.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html

Muitas mulheres são adeptas do uso de duchas vaginais. Principalmente após as relações sexuais. Em muitos casos o significado das duchas para as mulheres é de fazer a higiene íntima, a exemplo do uso das duchas para a limpeza doméstica.  Mas será que esta prática é recomendável?. Ou melhor será que as duchas vaginais se associam com menor risco da contaminação de DST ou doenças sexualmente transmissíveis?. Desde já a resposta é não. Esta foi a conclusão de um estudo com 411 adolescentes do sexo feminino, entre 12 e 19 anos de idade, infectadas ou não pelo vírus da AIDS, que foram acompanhadas por um período médio de 3 anos. As participantes foram avaliadas desde a entrada no estudo, na primeira consulta sem DST até o surgimento da mesma, sendo divididas em 3 grupos: aquelas que jamais haviam usado ducha vaginal, as que usavam intermitentemente e as que usavam sempre. Resultado curioso: o tempo até o surgimento da doença sexualmente transmissível foi mais curto nas adolescentes que usavam duchas sempre ou ocasionalmente. Para se ter uma dimensão do risco de DST, ele foi 80% maior nas usuárias regulares de duchas. A mensagem é clara: deve-se desencorajar esta prática já que sem ducha o risco de doença sexualmente transmissível diminuiu. Pelo menos em adolescentes de alto risco. Como se vê, em se tratando de duchas vaginais é possível que o paralelo com a higiene domiciliar continue, só que no caso dos cuidados íntimos, infelizmente, “lavou não está novo”. 
Fonte: http://dralexandrefaisal.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html


Categorias

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 122 outros seguidores