Psicose

Psico, psicose, psicodélico.
A mente é uma grande cidadela
ornada c’um vestido bélico.
O longo vestido que a modela

é a sua prória sepultura
onde adejam negras borboletas
no cinzento jardim da usura.
A língua, amolada baioneta,

fere com sua agudez extrema
e aprisiona em gélida algema
P’ra que chores desventuras.

Mas, ó herói, cumpras teu mito!
Apunhales teu destino maldito
E domes tuas vis criaturas!

(Eduardo Magalhães)

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