pouco tempo

por Caio Caprioli

E cá estou, de novo. Aos prantos. Lendo, relendo, rememorando. Eu havia prometido que nunca mais iria me permitir tal dor. É impossível. Me finjo de forte, de maduro, de conquistador. Ao sair do carro, escorrego lentamente em uma dor interna que abaixa a minha cabeça e me faz encarar meus pés. E pensar pra onde vou.
Foi um tempo de fartura, de alegria e diversão. De novidade. De desafio. Um tempo de surpresas, carícias e desejos. Foi um curto tempo.

Eu só quero poder te ter aos braços e saber que, desta vez, é pra muito tempo.

Fonte: Cinq Contre Un

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