ARTIGO: Síndrome de Tourette: Aspectos Psicossociais relacionados ao sofrimento persistente nas famílias que convivem com a doença

Sarah Karenina

INTRODUÇÃO

A Síndrome de Gilles de La Tourette é um Transtorno Neuropsiquiátrico, que contém características psicomotoras múltiplas de tiques verbais e motores. Essas características que são bastante evidentes acarretam grandes prejuízos biopsicossociais em toda a família.

Devido a Síndrome, ainda hoje, não ser tão difundida existe a dificuldade de diagnóstico o que leva a família e a criança ao sofrimento persistente na procura constante por médicos e pelo tratamento. Esse diagnóstico pode muitas vezes ser confundido com outras síndromes, devido a falta de conhecimento dos profissionais, com diagnóstico errôneos como, por exemplo, a Coréia de Sydenham, o que prolonga mais ainda o início do tratamento.

Anteriormente ao diagnóstico, as consequências dos sintomas da Síndrome de Tourette (ST) já são vividas pela família. Inicialmente o diagnóstico causa um impacto na família, juntamente com o sentimento de ambivalência de alívio e desespero. O alívio surge por saber que a doença não causa morte e o desespero por saber que trata-se de uma síndrome  incurável, e a partir desse momento terão que conviver com uma nova “companheira” na família: A Síndrome De Tourette.

A partir da disseminação dos sintomas da Síndrome de Tourette, a família precisará se adaptar à presença constante dos tiques, e precisará também, socializar a criança nos mais diversos âmbitos: escolar, familiar e comunitário, buscando diminuir o impacto do estigma que a síndrome acarreta.

Este trabalho busca explanar o papel da família como grupo social primário, bem como as consequências acarretadas neste grupo pela presença de um integrante que possui a Síndrome de Tourette. Esclareceremos também algumas atribuições desta Síndrome, como sintomas, diagnóstico e tratamento.

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