Untitled

Imagem: Internet, editada pelo autor.

 

 

Esta manhã que me cobre de indolência
E eu nestes lençóis escarlates
Que me cobrem de preguiça.
[Eu não quero levantar].

Reviro-me na cama.
Puxo o cobertor
Para o lado que me viro
Num remexer de sonhos lânguidos.

Para quê levantar?
Abro os olhos, um pouco somente.
As persianas fechadas, banhadas
D’outro lado pelo Sol…

Sol…
O que tenho em mim são Luas.
Incontáveis Luas.

 

(Eduardo Magalhães)

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