Reflections Of a Skyline

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Perder 2 horas de sono por noite pode apagar algumas memórias para sempre

 

Se você não dormir direito hoje à noite, há uma grande chance de que você não lembre de ter lido essa notícia na manhã seguinte. Cientistas descobriram que perder duas horas de sono pode impedir o cérebro de revisar e armazenar lembranças. Isso quer dizer que dormir 6 horas em vez de 8 pode fazer você esquecer de momentos da sua vida para sempre.

A conclusão foi obtida após pesquisadores da Universidade da Pensilvânia analisarem ratos que aprendiam tarefas básicas durante o dia. Aqueles que dormiam o período necessário, lembravam o que fizeram no dia anterior e repetiam o processo. Já aqueles que dormiam 20% a menos ficavam confusos. A partir disso, cientistas concluiram que o cérebro deles era impedido de repetir acontecimentos do dia e, por consequência, de decidir quais informações eram importantes e guardá-las para a posteridade.

Para os cientistas, isso significa muito para a vida agitada da atualidade. A dica deles é tratar o sono como uma prioridade e não como luxo – é melhor responder e-mails e lidar com assuntos do trabalho e da escola só depois de uma boa noite de sono. E eles já avisam: tentar repor o sono perdido outra noite não irá trazer suas lembranças de volta.

Fonte: VestindoSaúde

Hoje eu sou Alice – Nove Personalidades, uma Mente Torturada

 

Em Hoje eu sou Alice a autora relata a extraordinária jornada de uma vítima de transtorno de múltipla personalidade, que precisou lutar contra a anorexia, o álcool, mas, mais do que tudo, contra nove personalidades alternativas que emergiram após ficarem adormecidas diante de uma infância pertubadoramente cruel.

Sem controle, Alice entregou-se a elas – e sua vida passou a ser um caleidoscópio de acontecimentos e revelações.

Emocionante e incrivelmente inspirador, este é o relato cativante sobre uma doença rara e sobre a história de uma mulher que decidiu lutar contra a realidade e a imaginação.

 

Fonte: Escala

de saudade, do desapego, da incerteza

por Caio Caprioli

saudade. lembro quando ouvi na televisão que era uma palavra brasileira, que os outros países não sabiam traduzir. é uma palavra nossa, mas um sentimento universal. quem não sente saudade de alguém não sabe o que é sofrer pela falta de um toque, por querer rever o calor de um olhar, por se sentir abraçado por alguém que já não faz parte do seu futuro.

desapego. é incondicionalmente ligado à saudade. desapegar é deixar ir. entender que não lhe pertence mais. que foi, no passado. é confiar no presente e escrever um novo futuro, se jogar no destino. desapegar de algo, de alguém, é a coisa mais difícil do mundo.

incerteza. de nada adianta sentir saudade, forçar o desapego se você não tem certeza do que quer. a dúvida engole a cabeça, o corpo estremece e, ora ou outra, você foge da linha: mata a saudade e se apega.

cíclica. é assim que é a vida.

Fonte: Cinq Contre Un

HC testa atendimento psiquiátrico on-line

CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO

O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (IPq) testará, pela primeira vez, o tratamento de pacientes deprimidos por meio de consultas por videoconferência pela internet.

Os cem pacientes selecionados vão ser divididos, aleatoriamente, em dois grupos. Metade receberá o atendimento convencional (medicação e consultas de 20 minutos, uma vez por mês, no ambulatório do IPq).

Os outros 50 serão atendidos virtualmente (consultas mensais de 20 minutos pela internet) e receberão a medicação por motoboy. O tratamento vai durar um ano. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail agendamento.ipq@gmail.com.

Segundo a psicóloga Ines Hungerbuehler, pesquisadora do Laboratório de Neurociências do IPq, o objetivo é verificar se o atendimento psiquiátrico virtual é tão eficaz quanto o presencial.
“Será uma forma de ampliar o acesso e a eficácia do acompanhamento do paciente crônico e, ao mesmo tempo, liberar o ambulatório para os casos agudos, que realmente precisam de um contato presencial.”

O CFM (Conselho Federal de Medicina) veta consultas on-line –exceto quando fazem parte de pesquisas.

REINO UNIDO
Um estudo recente feito com dados de 36 mil pacientes do Reino Unido concluiu que terapia à distância é tão eficaz quanto a sessão no consultório. Foram comparados os resultados de pessoas atendidas por psicólogos à distância (por telefone ou Skype) com quem fez as sessões cara a cara.

Daniela Gonzaga, 28, faz terapia on-line com dois psicólogos, um para tratar de questões familiares e outro para questões de trabalho

A eficácia das duas modalidades só foi diferente para quem tinha problemas mais graves (depressão severa e fobias) e idosos. O custo da terapia on-line foi 36% menor.

Segundo o psicólogo Peter Jones, da Universidade de Cambridge, a terapia à distância facilita o acesso a serviços de saúde mental de pessoas com limitações de tempo, transporte ou com deficiências físicas. O estudo foi publicado na revista científica “PLoS One”.

A partir do achado, o governo inglês começou a testar técnicas de treinamento para que psicólogos da rede pública façam o atendimento à distância.

No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia baixou, em junho, novas regras para a interação à distância entre psicólogos e pacientes. As normas, que entram em vigor em janeiro, aumentaram de dez para 20 o número máximo de sessões pela internet.

Oficialmente, as sessões psicológicas por e-mail, MSN ou Skype são permitidas só para aconselhamento.

O atendimento psicoterápico, sem limite de consultas, precisa ser presencial –exceto para fins de pesquisa.

Mas oito psicólogos afirmaram à Folha que já fazem psicoterapia à distância.

Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia, reconhece que a permissão necessita ser revista. “Precisamos acompanhar a tecnologia. Mas temos que resolver muitas questões ainda em aberto na terapia on-line, como a manutenção do vínculo com o paciente.

FALTA DE INFORMAÇÃO
A falta de capacitação de psicólogos é um dos principais entraves à expansão da terapia on-line, segundo especialistas.

“Muitos acham que é fácil, que é só transportar a experiência da clínica para o on-line. Mas isso é um engano”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC.

Segundo Milene Rosenthal, do site Psicolink, que reúne 40 psicólogos, o profissional também deve atentar para a segurança das informações. O site cobra R$ 65 por consulta.

A assistente comercial Daniela Gonzaga, 28, faz terapia on-line com dois psicólogos. “Um para me orientar sobre questões profissionais e o outro, para um problema familiar.” Ela aprovou o atendimento. “Na segunda sessão, já consegui resolver um problema com a minha mãe.”

Para Daniela, a facilidade de receber um atendimento sem sair de casa e o preço “mais em conta” são as principais vantagens da terapia on-line.

Fonte. Folha de São Paulo

Enviado por: Eduardo Magalhães.

A depressão explicada por quem convive com ela

A “amiga” depressão de muita gente. Olá! Sou “eu”, como se eu fosse um “ser”. Hoje (como todos os dias) vim lhe visitar! Existe visita melhor que a minha?

Eu sou sua amiga para o resto da vida, assim como os amigos são. Te acompanho em todos os teus momentos, até mesmo dormir contigo como uma boa esposa. Você pode se perder, mas eu nunca te perco de vista. Você sou “eu” e “eu” sou você, da mesma forma que nos amantes dizem ser um só.

As vezes ou quase sempre, você fica angustiado comigo, mas não se importe, porque o meu objetivo é estar com você. Quando você insiste em buscar outros amigos, “eu” rapidamente mudo a sua cabeça e faço ela virar uma bagunça. Tudo isto para te proteger das “más” amizades.

Se está querendo dormir ou descansar, pouco importa, eu não preciso de repouso. E se enfim você já tentou de tudo para se livrar de mim, eu me vingo como seu melhor amigo o faria se o machucasse. Não existe “fim” sem a minha presença caro amigo, porque eu já sou o fim!

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

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