Pessoas deixam de ser jovens aos 28 anos, diz pesquisa

 

Pessoas deixam a juventude para trás aos 28 anos, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site de namoro Seeking Arrangement. O sinal mais popular da mudança é a carreira se tornar mais importante do que a vida sexual, segundo os entrevistados. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento contou com a opinião de 1 mil membros do site. Do total, 37% das mulheres e 39% dos homens apontaram os 28 anos como o momento em que se deixa de ser jovem. Em segundo lugar ficou os 30 anos, escolhido por 27% delas e 24% deles.

Entre os indícios do “envelhecimento”, estão desejar comprar um imóvel em vez de alugar, não ter ideia de qual é a música número um das paradas e começar a procurar um marido/esposa. Outros detalhes são preferir viagem de férias em casal do que com amigos e deixar de ir a baladas.

Fonte: Uol

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Perder 2 horas de sono por noite pode apagar algumas memórias para sempre

 

Se você não dormir direito hoje à noite, há uma grande chance de que você não lembre de ter lido essa notícia na manhã seguinte. Cientistas descobriram que perder duas horas de sono pode impedir o cérebro de revisar e armazenar lembranças. Isso quer dizer que dormir 6 horas em vez de 8 pode fazer você esquecer de momentos da sua vida para sempre.

A conclusão foi obtida após pesquisadores da Universidade da Pensilvânia analisarem ratos que aprendiam tarefas básicas durante o dia. Aqueles que dormiam o período necessário, lembravam o que fizeram no dia anterior e repetiam o processo. Já aqueles que dormiam 20% a menos ficavam confusos. A partir disso, cientistas concluiram que o cérebro deles era impedido de repetir acontecimentos do dia e, por consequência, de decidir quais informações eram importantes e guardá-las para a posteridade.

Para os cientistas, isso significa muito para a vida agitada da atualidade. A dica deles é tratar o sono como uma prioridade e não como luxo – é melhor responder e-mails e lidar com assuntos do trabalho e da escola só depois de uma boa noite de sono. E eles já avisam: tentar repor o sono perdido outra noite não irá trazer suas lembranças de volta.

Fonte: VestindoSaúde

Hoje eu sou Alice – Nove Personalidades, uma Mente Torturada

 

Em Hoje eu sou Alice a autora relata a extraordinária jornada de uma vítima de transtorno de múltipla personalidade, que precisou lutar contra a anorexia, o álcool, mas, mais do que tudo, contra nove personalidades alternativas que emergiram após ficarem adormecidas diante de uma infância pertubadoramente cruel.

Sem controle, Alice entregou-se a elas – e sua vida passou a ser um caleidoscópio de acontecimentos e revelações.

Emocionante e incrivelmente inspirador, este é o relato cativante sobre uma doença rara e sobre a história de uma mulher que decidiu lutar contra a realidade e a imaginação.

 

Fonte: Escala

de saudade, do desapego, da incerteza

por Caio Caprioli

saudade. lembro quando ouvi na televisão que era uma palavra brasileira, que os outros países não sabiam traduzir. é uma palavra nossa, mas um sentimento universal. quem não sente saudade de alguém não sabe o que é sofrer pela falta de um toque, por querer rever o calor de um olhar, por se sentir abraçado por alguém que já não faz parte do seu futuro.

desapego. é incondicionalmente ligado à saudade. desapegar é deixar ir. entender que não lhe pertence mais. que foi, no passado. é confiar no presente e escrever um novo futuro, se jogar no destino. desapegar de algo, de alguém, é a coisa mais difícil do mundo.

incerteza. de nada adianta sentir saudade, forçar o desapego se você não tem certeza do que quer. a dúvida engole a cabeça, o corpo estremece e, ora ou outra, você foge da linha: mata a saudade e se apega.

cíclica. é assim que é a vida.

Fonte: Cinq Contre Un

HC testa atendimento psiquiátrico on-line

CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO

O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (IPq) testará, pela primeira vez, o tratamento de pacientes deprimidos por meio de consultas por videoconferência pela internet.

Os cem pacientes selecionados vão ser divididos, aleatoriamente, em dois grupos. Metade receberá o atendimento convencional (medicação e consultas de 20 minutos, uma vez por mês, no ambulatório do IPq).

Os outros 50 serão atendidos virtualmente (consultas mensais de 20 minutos pela internet) e receberão a medicação por motoboy. O tratamento vai durar um ano. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail agendamento.ipq@gmail.com.

Segundo a psicóloga Ines Hungerbuehler, pesquisadora do Laboratório de Neurociências do IPq, o objetivo é verificar se o atendimento psiquiátrico virtual é tão eficaz quanto o presencial.
“Será uma forma de ampliar o acesso e a eficácia do acompanhamento do paciente crônico e, ao mesmo tempo, liberar o ambulatório para os casos agudos, que realmente precisam de um contato presencial.”

O CFM (Conselho Federal de Medicina) veta consultas on-line –exceto quando fazem parte de pesquisas.

REINO UNIDO
Um estudo recente feito com dados de 36 mil pacientes do Reino Unido concluiu que terapia à distância é tão eficaz quanto a sessão no consultório. Foram comparados os resultados de pessoas atendidas por psicólogos à distância (por telefone ou Skype) com quem fez as sessões cara a cara.

Daniela Gonzaga, 28, faz terapia on-line com dois psicólogos, um para tratar de questões familiares e outro para questões de trabalho

A eficácia das duas modalidades só foi diferente para quem tinha problemas mais graves (depressão severa e fobias) e idosos. O custo da terapia on-line foi 36% menor.

Segundo o psicólogo Peter Jones, da Universidade de Cambridge, a terapia à distância facilita o acesso a serviços de saúde mental de pessoas com limitações de tempo, transporte ou com deficiências físicas. O estudo foi publicado na revista científica “PLoS One”.

A partir do achado, o governo inglês começou a testar técnicas de treinamento para que psicólogos da rede pública façam o atendimento à distância.

No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia baixou, em junho, novas regras para a interação à distância entre psicólogos e pacientes. As normas, que entram em vigor em janeiro, aumentaram de dez para 20 o número máximo de sessões pela internet.

Oficialmente, as sessões psicológicas por e-mail, MSN ou Skype são permitidas só para aconselhamento.

O atendimento psicoterápico, sem limite de consultas, precisa ser presencial –exceto para fins de pesquisa.

Mas oito psicólogos afirmaram à Folha que já fazem psicoterapia à distância.

Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia, reconhece que a permissão necessita ser revista. “Precisamos acompanhar a tecnologia. Mas temos que resolver muitas questões ainda em aberto na terapia on-line, como a manutenção do vínculo com o paciente.

FALTA DE INFORMAÇÃO
A falta de capacitação de psicólogos é um dos principais entraves à expansão da terapia on-line, segundo especialistas.

“Muitos acham que é fácil, que é só transportar a experiência da clínica para o on-line. Mas isso é um engano”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC.

Segundo Milene Rosenthal, do site Psicolink, que reúne 40 psicólogos, o profissional também deve atentar para a segurança das informações. O site cobra R$ 65 por consulta.

A assistente comercial Daniela Gonzaga, 28, faz terapia on-line com dois psicólogos. “Um para me orientar sobre questões profissionais e o outro, para um problema familiar.” Ela aprovou o atendimento. “Na segunda sessão, já consegui resolver um problema com a minha mãe.”

Para Daniela, a facilidade de receber um atendimento sem sair de casa e o preço “mais em conta” são as principais vantagens da terapia on-line.

Fonte. Folha de São Paulo

Enviado por: Eduardo Magalhães.

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