Feeds:
Posts
Comentários

Acessem o link e confiram o gabarito da prova de psicologia do ENADE 2009.

 

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/2009/enade2009/gabarito/GABARITO_PSICOLOGIA.pdf

 

 

Links para a prova de Psicologia ENADE 2009.

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/2009/enade2009/prova/PSICOLOGIA.pdf

 

 

Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus pais, afirma um estudo publicado hoje no site da publicação “Current Biology”.

A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.

“A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação”, diz Kathleen Wermke, da universidade de Wuerzburg (Alemanha) e uma das autoras do estudo.

Segundo Wermke, ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.

A equipe de Wermke gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.

No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas, como explicou Wermke.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que os fetos humanos são capazes de memorizar sons do mundo externo nos últimos três meses de gestação.

Mas embora se sabia que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos,  pensava-se que seus efeitos sobre a emissão de sons se davam de forma muito mais tardia.
 
Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/efe/2009/11/05/bebes-choram-no-idioma-materno-diz-estudo.jhtm

 

Você sabia que o hábito de tomar banho todos os dias é uma invenção indígena? Pois é, o costume de se lavar diariamente no final da tarde era uma tradição indígena que acabou sendo copiada pelos colonizadores portugueses.

Os índios brasileiros eram muito limpos. Costumavam entrar no rio para se banhar mais de dez vezes por dia. Tanto que os portugueses, quando chegaram aqui a partir de 1500, se assustaram. Pero Vaz de Caminha chegou a escrever que os nativos da terra eram tão limpos e tão formosos que deixavam qualquer europeu admirado.

Diante de tanta formosura e limpeza, os portugueses acabaram cedendo aos hábitos dos nativos. Começaram lavando os pés diariamente, depois passaram para uma prática mais regular de banho e, então, se entregaram totalmente ao banho nosso de todo dia.

Os membros da corte portuguesa resistiram bem mais tempo antes de mudarem seus hábitos. No século XVIII, algumas cidades já usavam a água de poços e chafarizes mantidos pelo Estado. Quando a família real portuguesa chegou ao Brasil, em 1808, o Rio de Janeiro passou a ser o primeiro município a contar com água encanada no país.

 

Fonte: http://clickeaprenda.uol.com.br/mostraConteudo.action?nivel=f2&codigoPagina=NOT0911020401

Bebês têm necessidade de sentir seu ambiente previsível. A rotina funciona como uma espécie de moldura que organiza os três grandes domínios: o físico, o psicológico e o social, auxiliando a  psíquica. Nos primeiros meses de vida, as crianças ainda não possuem maturidade neurológica e psicológica para suportar inconstâncias. Por isso, muitas mudanças externas podem gerar experiências precoces de instabilidade. Não precisamos imprimir mudanças no dia a dia da criança, porque já existe um movimento intenso da natureza em cada uma. Ela por si só vive uma interessante transformação no seu corpo, na sua percepção e na capacidade de se locomover. A rotina prepara a criança e ajuda no desenvolvimento da confiança e perseverança, qualidades imprescindíveis para uma futura autonomia.

Escola e família são uma das parcerias mais produtivas. Se uma instituição escolar tem como valor o cumprimento de certas rotinas e a família não compartilha, ou vice-versa, podem ser gerados na criança sentimentos de confusão, dúvidas e desconfiança. A escola, dependendo da sua orientação e da formação do seu corpo docente, tem competência para orientar a melhor maneira com que a família pode dar continuidade ao trabalho. Porém, é importante deixar claro que a escola não é responsável sozinha pelo desenvolvimento das crianças. Enfatizo que o papel da família é intransferível, isso não quer dizer que não seja possível fazer parcerias e receber orientações. As ações serão mais significativas quanto maior for o envolvimento da família.

A rotina é um dos pilares para o desenvolvimento da autonomia das várias áreas do desenvolvimento infantil. Vale lembrar que uma rotina adequada vem acompanhada de afeto e flexibilidade, mas não é preciso usar de rigor em detrimento das vivências de afetividade e espontaneidade entre as crianças e seus cuidadores. Sabemos que disciplinas duras, rigorosas e inflexíveis não necessariamente criam indivíduos comprometidos e autônomos, o mesmo ocorre com rotinas por demais permissivas. Qualquer extremo contribui para o aparecimento na criança, no adolescente e nos futuros adultos, de insegurança, medo e desconfiança quanto à própria capacidade de dar conta da vida. A rotina na medida adequada gera referência à criança. Depois o adolescente vai aprendendo quanto pode, em alguns momentos, modificar aquilo que lhe foi ensinado pelos seus pais e professores. 

Quanto mais os bebês se desenvolvem, maior a conquista da independência e, portanto, mais de olho é preciso estar. Crianças a partir de um ano iniciam movimentos mais autônomos, a marcha fica mais firme, a verbalização é maior e, assim, a curiosidade e a descoberta vão ganhando complexidade. Na realidade, criar rotina para crianças em qualquer fase exige que os adultos também sejam pessoas com uma adequada relação com a rotina. Não existe fácil ou difícil, cada momento requer um tipo de cuidado, assim como cada criança tem seu ritmo de adaptação. Podemos comprovar isso desde o nascimento. Alguns bebês se adaptam mais rapidamente ao ritmo das mamadas, outros demandam maior flexibilidade por parte da mãe.

No caso da berçarista, ele consegue manter uma rotina, desde que exista um bom planejamento e orientações coerentes de quem a contratou. É importante ressaltar que as pessoas escolhidas para a função precisam ter equilíbrio emocional, formação adequada, não só intelectual, mas, e principalmente, formação pessoal. É esse conjunto que mantém uma boa rotina. As berçaristas são pessoas crucias, com ela, além da família, laços afetivos serão construídos, e esses serão o melhor meio de comunicação, por onde informações importantes serão passadas e transformadas em hábitos. Não se educa pela razão, apenas. Educa-se, principalmente, pela qualidade do afeto. A qualidade de vida inicia-se desde a concepção, quando os pais recebem seu filho com prazer, comprometimento, alegria e celebração.

Blenda Oliveira é coordenadora da Casa Movimento (www.casamovimento.com.br), doutora em psicologia clínica pela PUC-SP, psicanalista pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

 

Fonte: http://blogdamentecerebro.blog.uol.com.br

A Associação Brasileira de Alzheimer Doenças Similares (ABRAz), em parceria com a Janssen-Cilag, realiza projeto pioneiro V.I.D.A. Com Arte – Valorizando a Inclusão da Doença de Alzheimer – que terá início com uma peça Gostosuras e Travessuras. Pacientes com a patologia, parentes, cuidadores e profissionais da saúde participam do espetáculo com os atores. A peça, marcada para amanhã, dia 6,  no Teatro Renaissance, em São Paulo, aborda o resgate das memórias de infância, da alegria e da imaginação. Após a apresentação, integrantes da ABRAz convidam o público a participar de um debate sobre a doença no Brasil.

O projeto educativo V.I.D.A. com Arte – Valorizando a Inclusão da Doença de Alzheimer abrange atividades culturais de dança, música, arte e literatura. O objetivo é incluir pacientes com Alzheimer em atividades sócio-culturais e divulgar a importância da conscientização sobre a doença. “Pesquisas comprovam que pessoas com e Alzheimer incluídas em atividades sociais apresentam uma diminuição dos problemas de comportamento, sintomas de depressão e melhoram o relacionamento pessoal e a auto-estima”, afirma a presidente da ABRAz Nacional, Viviane Abreu. Além disso, a participação em atividades inclusivas favorece a adesão ao tratamento, diminuindo os sintomas da doença”,

Encenada pelo Grupo de Teatro Olharte, Gostosuras e Travessuras é construída ao longo do espetáculo, com músicas cantadas ao vivo, objetos cênicos propostos pelos atores e palavras sorteadas entre a plateia. O espetáculo tem como objetivo resgatar brincadeiras infantis e a descontração. “A participação de pessoas com doença de Alzheimer em uma peça de teatro é um projeto pioneiro no Brasil. Além de entreter os pacientes e estimulá-lo por meio da arte, esperamos com esta ação incentivar outras iniciativas que viabilizem a socialização da pessoa com doença de Alzheimer e dos familiares”, diz Viviane.

 

Serviço

Peça Gostosuras e Travessuras

Data: 06 de Outubro de 2009

Local: Hotel Renaissance São Paulo (Rua Alameda Santos, 2233 – SP)

Horário: 18 horas

Entrada: para convidados

 

 

Fonte: http://blogdamentecerebro.blog.uol.com.br

Um grupo formado por cientistas britânicos, espanhóis e franceses anunciou a descoberta de três genes que deveriam proteger o cérebro, mas em razão de mutações passa a atacar o órgão, desencadeando a doença de Alzheimer. A patologia, que devasta a memória, a capacidade motora e a habilidade de raciocínio, afeta cerca de 26 milhões em todo o mundo. Só no Brasil existem hoje mais de 1 milhão de pacientes com a doença. Considerando o envelhecimento da população mundial e o aumento da longevidade, projeções indicam que em 2050 haverá cerca de 100 milhões de homens e mulheres convivendo com o problema. A descoberta abre novas possibilidades de pesquisa sobre a patologia e reacende as esperanças de ser encontrado um medicamento que previna ou retarde o máximo possível o aparecimento do Alzheimer.
Fonte: http://blogdamentecerebro.blog.uol.com.br

O psiquiatra brasileiro Wagner Farid Gattaz, coordenador do Laboratório de Neurociências e presidente do conselho diretor do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), recebeu o Prêmio Burghölzli de Psiquiatria Epidemiológica e Social 2009. Gattaz coordenou o projeto de pesquisa “Metabolismo de fosfolípides em doenças neuropsiquiátricas” com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), entre outros. Este é o segundo prêmio internacional relevante recebido pelo pesquisador esse ano. Em junho, ele se tornou o primeiro latino-americano a receber o Prêmio de Pesquisa da Federação Mundial de Sociedades de Psiquiatria Biológica.

Criado em 1999 pela Clínica de Psiquiatria da Universidade de Zurique, na Suíça, o Burghölzli é concedido a cada dois anos. Já foram premiados o psiquiatra suíço Jules Angst, sucessor de Eugen Bleuler e de Manfred Bleuler na direção da Clínica Burghölzli; Norman Sartorios, criador da seção de saúde mental da Organização Mundial da Saúde (OMS); o pesquisador americano Julian P. Leff e o casal de cientistas britânicos Uta e Cristoph Frith. Burghölzli é o nome pelo qual é conhecida a Clínica Psiquiátrica da Universidade de Zurique, fundada em 1870, e que teve entre seus diretores Eugen Bleuler (1857-1939), criador do termo esquizofrenia, e Carl Gustav Jung (1875-1961).

 

Fonte: http://blogdamentecerebro.blog.uol.com.br/

 

A Polícia Federal (PF) está apurando se houve fraude ou roubo das provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) no Estado da Paraíba. A investigação foi instaurada depois de constatada a abertura de uma caixa com as provas do Enade na Agência Central dos Correios de Campina Grande.

Segundo informações dos Correios, a caixa teria sido aberta pelo Fisco para verificar se a encomenda era de mercadorias, procedimento que não foi adotado em nenhum outro município, já que as caixas possuem identificação do Ministério da Educação (MEC).

A Polícia Federal convocou uma entrevista coletiva nesta quinta-feira para explicar as circunstâncias que motivaram a abertura da investigação.

O Enade avalia a qualidade do ensino superior. Alunos de 20 cursos vão se submeter aos exames marcados para acontecer no próximo domingo, dia 08 de novembro em todo o País. No Estado da Paraíba, mais de 11 mil pessoas vão fazer as provas.

A assessoria de imprensa do MEC informou que a caixa contendo as provas foi isolada, conferida pelo Fisco e fechada novamente. O ministério garante que não houve vazamento de dados e o episódio não afetará a programação de aplicação do Enade.

 

 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4083265-EI8854,00-Policia+Federal+apura+vazamento+de+provas+do+Enade+na+PB.html

Camundongo
Por trás do caso fatal de tédio do roedor, encontra-se um déficit severo de dopamina, uma das moléculas essenciais de sinalização

Se você já teve problemas com roedores, como acordar no meio da noite e descobrir que ratos haviam comido boa parte do pacote de cereal, das bolachas de chocolate, do macarrão instantâneo e até a caixa de fermento de pão que havia comprado com tanto desejo, você vai ficar admirado com o camundongo de laboratório que não tem nenhuma motivação para comer.

O camundongo é fisicamente capaz de comer. Ele também gosta do sabor da comida. Ao colocar ração em sua boca, ele mastiga e engole, e, enquanto isso, mexe seu nariz demonstrando uma satisfação evidente.
Porém, quando deixado sozinho, o rato nem sequer acordará para o jantar. O simples fato de ter que atravessar a gaiola e pegar a comida da sua tigela o enche de preguiça. Para que comer, se depois tudo será excretado? Para que se incomodar? Dias se passam, o rato não come, ele quase não se move, e em poucas semanas, morre de fome.

Por trás do caso fatal de tédio do roedor, encontra-se um déficit severo de dopamina, uma das moléculas essenciais de sinalização no cérebro. A dopamina está na moda, é o neurotransmissor famoso de hoje, assim como a serotonina do Prozac era nos anos 90.

As pessoas falam em obter “o efeito de dopamina” do chocolate, da música, da bolsa de valores, dos celulares da moda –enfim, de tudo o que possa trazer uma leve sensação de prazer. Agentes viciantes como a cocaína, a metanfetamina, o álcool e a nicotina são conhecidos como estimuladores dos circuitos da dopamina do cérebro, assim como fazem os estimulantes cada vez mais populares como o Adderall e a Ritalina.

De modo geral, a dopamina age como uma recompensa, gerando sentimento de bem-estar e o desejo de sentir isso novamente. Se você não se cuidar, ficará viciado, um escravo do prazer que dirige o seu cérebro. Por que você acha que eles a chamam de dopamina?

Novas pesquisas em camundongos com deficiência de dopamina revelam que a imagem que temos da dopamina como nossa “Deusa do prazer” está errada, exatamente como a antiga caricatura equivocada da serotonina como um rosto feliz.

 

Discussões contemporâneas

Nas concepções atuais, discutidas no encontro da Sociedade para Neurociência, realizada na semana passada em Chicago, a dopamina tem menos a ver com prazer e recompensa do que com impulso, motivação, descobrir o que você tem para sobreviver e, dessa forma, agir. “Você chamaria de prazer o fato de estar com falta de ar e ter que respirar rapidamente para conseguir ar?”, questiona Nora D. Volkow, pesquisadora que estuda dopamina e diretora do Instituto Nacional em Abuso de Drogas. “Ou quando você está muito nervoso e come alguma coisa nojenta, isso é prazeroso?”

Segundo Volkow, em ambas as respostas, a respiração profunda em busca de oxigênio e o consumo de algo que você geralmente rejeitaria, os caminhos da dopamina do cérebro estão bloqueados. “O cérebro tem uma atitude”, disse ela. “O impulso intenso de tirá-lo de um estado de privação e mantê-lo vivo”.

A dopamina também faz parte do filtro de saliência cerebral, como um aparelho detector. “Você não consegue prestar atenção em tudo, mas você quer ser um perito em reconhecer as coisas que são novas”, disse Volkow. “Pode ser que você não perceba um mosquito na sala, mas se ele fosse fluorescente, suas células de dopamina disparariam.”

Além disso, o detector de saliência do impulso de dopamina focará em objetos conhecidos que consideramos importantes, sejam eles positivos ou negativos, ou seja, objetos que desejamos e objetos dos quais temos medo.

Se amamos chocolate, nossos neurônios da dopamina irão provavelmente disparar ao ver um pequeno pedaço chocolate. Por outro lado, se detestamos baratas, esses mesmos neurônios podem disparar ainda mais intensamente quando vemos uma. Contudo, o gosto prazeroso do chocolate ou a ansiedade e fobia pela barata podem ser o trabalho de outras moléculas sinalizadoras, como os opióides ou os hormônios do estresse. A dopamina simplesmente faz com que um objeto relevante seja impossível de ser ignorado.

Se o cérebro decidir ignorar o que em outra situação ele notaria, a dopamina deve estar inibida. Em um relato, recentemente publicado na revista “Nature Neuroscience”, Regina M. Sullivan, do Centro Médico Universitário de Nova York e Gordon A. Barr, do Hospital Infantil da Filadélfia, e seus colaboradores descobriram que enquanto os ratos com mais de 12 dias rapidamente desenvolvem aversão a qualquer odor que estivessem conectados com um choque elétrico leve, ratos jovens mostravam uma preferência por tal odor se sua mãe estivesse por perto quando o choque fosse dado.

Os pesquisadores vincularam essa coragem a uma inibição da atividade de dopamina na amígdala, onde nascem as memórias do medo. Filhotes de ratos conhecem suas mães pelo cheiro, explicou Sullivan, e eles devem aprender a não evitá-la, pois mesmo uma péssima mãe é melhor que nenhuma.

 

Molécula concisa

Apesar do grande impacto que possa ter, a dopamina é uma molécula compacta, formada por 22 átomos, com o característico grupo de amina nitrogenada em uma das pontas. A propósito, o nome dopamina vem de sua composição química, e nada tem a ver com a palavra dopa- como na heroína ou outras drogas que derivam do termo holandês referente a estado de agitação.

As unidades de produção da dopamina são pequenas também. Menos que 1% de todos os neurônios produzem o neurotransmissor, a maioria delas no cérebro intermediário, como a substância negra, que ajuda a controlar o movimento. É a degradação da população das células de dopamina que resulta nos tremores e outros sintomas do Mal de Parkinson.

Há também atividade de dopamina no córtex pré-frontal, logo atrás da testa, a parte administrativa cerebral onde as tarefas são traçadas, os impulsos controlados e as desculpas formuladas. Uma diminuição da dopamina pré-frontal pode contribuir para a esquizofrenia.

Onde quer que elas se encontrem, as células cerebrais respondem à liberação de dopamina por meio cinco receptores de dopamina distintos, que ativam a molécula. Outro agente importante é o transportador do composto, um tipo de zelador que pega as moléculas de dopamina usadas e as coloca de volta nas células onde foram geradas. Drogas como a cocaína tendem a bloquear esse transportador, permitindo que a dopamina permaneça por mais tempo ativa na entrada neuronal.

A ligação da matriz da dopamina, a velocidade com que os neurônios de dopamina são ativados ritmicamente, a atividade que cada célula responde às necessidades e as novidades, e as facilidades com que as células hiperestimuladas retornam ao seu estado inicial se diferem em cada pessoa.

Alguns pesquisadores têm investigado variações genéticas nos tipos de receptores que poderiam explicar essas diferentes respostas entre os seres humanos. Segundo Dan T.A. Eisenberg, da Universidade Northwestern, os cientistas já detectaram uma conexão modesta entre a versão prolongada do receptor de dopamina número 4, e uma tendência a comportamentos de impulsividade e de risco, principalmente riscos financeiros.

Esses resultados ainda não fornecem muitas informações sobre a relação entre genética e comportamento, porém, seria interessante que na próxima crise os banqueiros fossem testados para a presença de receptores de risco. É a economia, dopamina.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u647490.shtml

O uso cada vez maior da internet tem permitido que as pessoas obtenham informações, se comuniquem e troquem opiniões de forma cada vez mais rápida. Muitas, inclusive, optaram por usar o blog para divulgar textos, e já começam a sentir impactos positivos dessa atividade.

Segundo uma pesquisa da Technorati, feita com 2,9 mil blogueiros, essas pessoas sentem que a atividade está ajudando na carreira, além de aumentar a renda.

Impactos profissionais

Entre os entrevistados, 58% afirmaram que estão mais conhecidos nas suas respectivas áreas de atuação por causa do blog, e outros 15% disseram que possuem mais visibilidade na empresa em que atuam, devido a essa atividade. Já 9% deles afirmaram ter conseguido uma promoção no trabalho, e outros 25% que usam a ferramenta como um currículo, direcionando potenciais empregadores para a página da web.

Há também os profissionais que receberam uma solicitação para falar em uma conferência (36%), e os empresários que verificaram que o site atraiu mais clientes (63%), além de também ficarem com mais visibilidade no setor em que atuam (71%).

Por outro lado, publicar textos e opiniões em um blog exige cautela. Isso porque alguns blogueiros, embora poucos, dentro da amostra, foram prejudicados com a atividade: 1% recebeu um alerta ou foram demitidos por algo que divulgaram no site.

Aumentando a renda

A pesquisa também indicou que cada vez mais os blogueiros conseguem aumentar seus rendimentos com a atividade, porém, essas pessoas ainda não representam a maioria. No total, 72% não conseguem obter dinheiro com o blog, mas entre os que conseguem, 17% têm o site como a principal fonte de renda.

Além disso, 4% bloguam grande parte do tempo, como parte do trabalho que realizam para uma empresa ou organização, enquanto 9% fazem isso para o próprio negócio. Já outros 15% usam o site como uma forma de complementar os ganhos.

A grande maioria desses blogueiros consegue obter dinheiro com a publicação de anúncios ou links de marketing, mas também há 24% que aumentaram a renda devido a convites para realizar palestras sobre o assunto que tratam nos sites.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/blogueiros_sentem_impacto_na_carreira_e_ja_ganham_dinheiro_com_a_atividade/27390/

Postagens Antigas »