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A solidão é completamente contrária ao conceito do “humano”. Mas se o fato de estar sozinho pode produzir estragos em uma pessoa que se encontra na chamada “plenitude da vida”, então o que poderia acontecer com alguém que já está, provavelmente, ao final do caminho? O que fazer com uma pessoa que necessita constante supervisão e atenção?

A solidão entre pessoas idosas é freqüentemente mais comum do que se pensa. Segundo cifras da Organização Pan-americana de Saúde, o grupo humano que proporcionalmente atinge taxas mais altas de crescimento no mundo está entre os 60 e os 85 anos de idade. As causas estão relacionadas com a melhoria da alimentação e o crescimento da cobertura dos serviços de saúde pública, enfrentando importantes sistemas de controle da natalidade. Na Inglaterra, as entidades de estatística calculam que existirá, no ano 2.031, mais de 35.000 cidadãos com pelo menos 100 anos de vida.

Um estudo desenvolvido pela psicóloga argentina Marta Susana Tetamanti, intitulado “La vejez, el tema olvidado” (O envelhecimento, este tema esquecido), defende que existem múltiplas características para que esta porção da sociedade se encontre atualmente isolada. Segundo esta professora de psicologia da Universidad Nacional de Mar Del Plata, o conceito capitalista da sociedade, segundo o qual “o que não serve se joga fora” foi transformado em realidade para os mais velhos. São rechaçados de postos de trabalho, isolados das famílias e, em alguns casos, com matrimônios que terminam em viuvez. Segundo Tetamanti, o aspecto individualista das sociedades contemporâneas deixa os idosos solitários, o grupo humano com maiores índices de desemprego.

Da mesma forma, agrega a especialistas, as mudanças físicas e em seu quadro familiar, os leva a sofrer de maiores depressões e a ser o grupo humano com maiores taxas de suicídios.

Quadro Clínico

“Um idoso, por definição biológica, é aquela pessoa que tem 65 anos de idade ou mais”, comenta o Dr. Samir Kabbabe, que trabalha como um clínico geral e de geriatria na Clínica Metropolitana em Caracas. “Além do mais, esta é uma condição na qual a reserva do organismo está consumida e há um nível de funcionamento lento, razão pela qual não se pode submeter tais pessoas a demandas excessivas”, adiciona o especialista. Desta maneira, caso se exija um grande esforço ao coração de um idoso, ele poderia ter um colapso. Ou se, por exemplo, lhe são administrados medicamentos que devam ser eliminados pelo fígado e este já não se encontra em condições ótimas, se poderia intoxicar o organismo.

“A situação para um idoso que esteja só é terrível: a pessoa pode chegar padecer de enfermidades psicossomáticas produzidas pela depressão. Desta maneira, em busca de chamar atenção sobre a sua situação, acredita sofrer de problemas que não existem realmente, como a acentuação de um sintoma”, explica o Dr. Kabbabe. Também podem apresentar problemas de memória como o chamado “esquecimentos benignos próprios da idade”, condição de um quadro geriátrico que pode chegar a se acentuar para um mal de Alzheimer.

A deterioração do organismo e das funções que este desempenha trazem como conseqüência a necessidade de companhia para seguir vivendo. Caso contrário, a pessoa se sente abandonada e pode sofrer não apenas de enfermidades psicosomáticas, mas também de enfermidades que podem incluir tanto o aspecto físico como o psicológico. Em ambos os casos, aparece à depressão, que é o produto e causa de numerosos transtornos psico-físicos.

O importante, finaliza o Dr. Kabbabe, “é estabelecer um bom projeto de vida baseada na família, para que desta maneira sempre se possa contar com alguém”.

Quadro Psicológico

“Na cultura latino-americana, não temos respeitado o direito dos idosos”, declara Rubén Hernández, psiquiatra venezuelano internacionalmente reconhecido. “Toda a pessoa de idade avançada requer companhia e a solidão é a pior inimiga de uma pessoa que se encontra na terceira ou quarta idade (50 a 100 anos). A pessoa se torna muito exigente devido às mudanças biológicas que sofreu: perda da memória, transtornos de conduta, perda da capacidade de administrar os seus bens. Pode inclusive padecer do mal de Alzheimer”.

A morte neuronial produz mudanças drásticas na personalidade de um indivíduo: as idéias paranóicas começam a se manifestar por todos os lados – geralmente como conseqüência da perda da memória – o que gera uma grande quantidade de conflitos familiares. Mas a atividade física pode fazer do envelhecimento um processo mais lento.

Além do fato de que, na maioria das vezes, os idosos não podem subsistir por si próprios (regressam a uma etapa quase infantil de dependência), isto traz a realidade de não contarem com alguém que lhes ofereça o carinho que necessitam, o que pode chegar a lhes deprimir de maneira muito severa. Cada pessoa, explica o Dr. Hernández, deve assumir a sua responsabilidade: “se nossos pais nos deram a oportunidade de nos formarmos e nos educarmos, nós temos a obrigação de oferecer-lhes os cuidados que necessitam ao final de suas vidas. A melhor terapia para vencer a solidão é a integração familiar”.
Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&Search=solidao&LibDocID=3843

Dados do Ministério da Saúde apontam que 58% dos brasileiros não faz uso da escova de dentes e um terço da população nunca fez tratamento dentário. Atualmente, cerca de 40 milhões de brasileiros já perderam todos os dentes, e os números aumentam com a idade – a incidência de doenças periodontais e perda de dentição é muito maior em pessoas acima dos 65 anos. Entre os jovens, os números também são alarmantes: 40% daqueles com faixa etária entre 15 e 19 anos já perderam pelo menos um dente, e o principal motivo – 93% dos casos, segundo o Ministério da Saúde – é a cárie.

De acordo com especialistas, a soma dos dados alavancados nessas pesquisas mostra que o principal motivo da má qualidade da saúde bucal dos brasileiros é resultado da falta de cuidados básicos de higiene. “São problemas simples, que podem ser resolvidos em uma sessão com o dentista e um acompanhamento junto a um profissional, com visitas regulares duas vezes ao ano, mas a maioria das pessoas coloca a saúde bucal em último lugar na escala de prioridades”, conta a cirurgiã-dentista Carla Renata Sarni, da rede de Clínicas Sorridents.

Uma das principais justificativas para não se submeter ao tratamento odontológico é o alto custo. Porém a especialista explica que “os tratamentos acabam se tornando caros, pois as pessoas postergam cada vez mais o início do processo e, quando chegam de fato à cadeira do dentista, o que era uma simples cárie se transformou em um canal ou até mesmo em um caso de implante de um novo dente, quando não é possível a recuperação do antigo”.

A periodontista Eliene da Silva Santos, da mesma clínica, afirma que problemas como cáries, placa bacteriana e doenças nas gengivas só podem ser identificados por um profissional especialista, e ressalta a importância das visitas regulares ao dentista, além da higiene bucal. De acordo com a especialista, estas doenças bucais podem acarretar problemas e complicações à saúde geral dos pacientes. “Há estudos que comprovam que doenças periodontais e cáries são portas de entrada de bactérias na corrente sanguínea. Quando isso acontece, o paciente fica vulnerável a doenças pulmonares e cardíacas, complicações dos quadros de diabetes e aumento da incidência de nascimento de bebês prematuros ou com sobrepeso”, alerta.

Para evitar as doenças bucais mais comuns, Eliene Santos recomenda manter a higienização bucal em dia. Para isso, é necessário conhecer as técnicas adequadas para a escovação e uso do fio dental. Neste sentido, as visitas periódicas ao dentista para manutenção da limpeza bucal são essenciais.
Fonte: http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=8404&mode=browse

Piaget, antes de se dedicar aos estudos da psicologia da aprendizagem, fazia pesquisas sobre os moluscos dos lagos da Suiça. Os moluscos são animais fascinantes. Dotados de corpos moles, seriam petiscos deliciosos para os seres vorazes que habitam as profundezas das águas e há muito teriam desaparecido se não fossem dotados de uma inteligência extraordinária. Sua inteligência se revela no artifício que inventaram para não se tornarem comida dos gulosos: constroem conchas duras – e lindas! – que os protegem da fome dos predadores. Ignoro detalhes da biografia de Piaget e não sei o que o levou a abandonar seu interesse pelos moluscos e a se voltar para a psicologia da aprendizagem dos humanos. Não sabendo, tive de imaginar. E foi imaginando que pensei que Piaget não mudou o seu foco de interesse. Continou interessado nos moluscos. Só que passou a concentrar sua atenção num tipo específico de molusco chamado “homem”. Se é que você não sabe, digo-lhe que muito nos parecemos com eles: nós, homens, somos animais de corpo mole, indefesos, soltos numa natureza cheia de predadores. Comparados com os outros animais nossos corpos são totalmente inadequados à luta pela vida. Vejam os animais. Eles dispõem apenas do seu corpo para viver. E o seu corpo lhes basta. Seus corpos são ferramentas maravilhosas: cavam, voam, correm, orientam-se, saltam, cortam, mordem, rasgam, tecem, constroem, nadam, disfarçam-se, comem, reproduzem-se. Nós, se abandonados na natureza apenas com o nosso corpo, teríamos vida muito curta. A natureza nos pregou uma peça: deixou-nos, como herança, um corpo molengão e inadequado que, sozinho, não é capaz de resolver os problemas vitais que temos de enfrentar. Mas, como diz o ditado, “é a necessidade que faz o sapo pular”. E digo: é a necessidade que faz o homem pensar. Da nossa fraqueza surgiu a nossa força, o pensamento. Parece-me, então, que Piaget, provocado pelos moluscos, concluiu que o conhecimento é a concha que construímos a fim de sobreviver. O desenvolvimento do pensamento, mais que um simples processo lógico, desenvolve-se em resposta a desafios vitais. Sem o desafio da vida o pensamento fica a dormir… O pensamento se desenvolve como ferramenta para construirmos as conchas que a natureza não nos deu.

O corpo aprende para viver. É isso que dá sentido ao conhecimento. O que se aprende são ferramentas, possibilidades de poder. O corpo não aprende por aprender. Aprender por aprender é estupidez. Somente os idiotas aprendem coisas para as quais eles não têm uso. Somente os idiotas armazenam na sua memória ferramentas para as quais não têm uso. É o desafio vital que excita o pensamento. E nisso o pensamento se parece com o pênis. Não é por acidente que os escritos bíblicos dão ao ato sexual o nome de “conhecimento”… Sem excitação a inteligência permanece pendente, flácida, inútil, boba, impotente. Alguns há que, diante dessa inteligência flácida, rotulam o aluno de “burrinho”… Não, ele não é burrinho. Ele é inteligente. E sua inteligência se revela precisamente no ato de recusar-se a ficar excitada por algo que não é vital. Ao contrário, quando o objeto a excita, a inteligência se ergue, desejosa de penetrar no objeto que ela deseja possuir.

Os ditos “programas” escolares se baseiam no pressuposto de que os conhecimentos podem ser aprendidos numa ordem lógica predeterminada. Ou seja: ignoram que a aprendizagem só acontece em resposta aos desafios vitais que estão acontecendo no momento ( insisto nessa expressão “no momento” – a vida só acontece “no momento” ) da vida do estudante. Isso explicaria o fracasso das nossas escolas. Explicaria também o sofrimento dos alunos. Explicaria a sua justa recusa em aprender. Explicaria sua alegria ao saber que a professora ficou doente e vai faltar… Recordo a denúncia de Bruno Bettelheim contra a escola: “Fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido o que eu deveria aprender – e aprender à sua maneira…” Não há pedagogia ou didática que seja capaz de dar vida a um conhecimento morto. Sòmente os necrófilos se excitam diante de cadáveres.

Acontece, então, o esquecimento: o supostamente aprendido é esquecido. Não por memória fraca. Esquecido porque a memória é inteligente. A memória não carrega conhecimentos que não fazem sentido e não podem ser usados. Ela funciona como um escorredor de macarrão. Um escorredor de macarrão tem a função de deixar passar o inútil e guardar o util e prazeroso. Se foi esquecido é porque não fazia sentido. Por isso acho inúteis os exames oficiais ( inclusive os vestibulares ) que se fazem para avaliar a qualidade do ensino. Eles produzem resultados mentirosos por serem realizados no momento em que a água ainda não escorreu. Eles só diriam a verdade se fossem feitos muito tempo depois, depois do esquecimento haver feito o seu trabalho. O aprendido é aquilo que fica depois que tudo foi esquecido… Vestibulares: tanto esforço, tanto sofrimento, tanto dinheiro, tanta violência à inteligência… O que sobra no escorredor de macarrão, depois de transcorridos dois meses? O que restou no seu escorredor de macarrão de tudo o que você teve de aprender? Duvido que os professores de cursinhos passem nos vestibulares. Duvido que um professor de português se saia bem em matemática, física, química e biologia… Eles também esqueceram. Duvido que os professores universitários passem nos vestibulares. Eu não passaria. Então, por que essa violência que se faz sobre os estudantes?

Ah! Piaget! Que fizeram com o seu saber? Que fizeram com a sua sabedoria? É preciso que os educadores voltem a aprender com os moluscos…

Fonte: http://www.rubemalves.com.br/sobremoluscosehomens.htm

Um grupo de cientistas do Queensland Institute of Medical Research, da Austrália, afirma ter encontrado um gene responsável pelo jeito do cabelo – o gene que “decide” se a pessoa terá cabelo liso ou enrolado. Conhecida como tricoialina, a proteína determina o desenvolvimento do folículo capilar.

Tal descoberta será interessante para os pais que desejam ter uma idéia da carinha do bebê antes mesmo de ele nascer e será muito importante para os peritos que investigam cenas de crimes – pelo DNA encontrado será possível ter uma boa idéia da cara do suspeito, descobrindo cor dos olhos, cor dos cabelos e jeito dos fios.

No entanto, o maior furor acontece nas rodas de cabeleireiros, que já estão imaginando o que uma pílula inibidora de tricoialina poderia fazer com os seus lucros vindos da escova definitiva e da chapinha.

Será que finalmente o mundo vai ver a pílula alisadora ou a pílula do permanente?

Fonte: http://hairexperts.blogtv.uol.com.br/2009/12/08/time-de-cientistas-australianos-descobre-o-gene-que-determina-se-o-cabelo-crescera-liso-ou-enrolado

Se seu filho diz muitos palavrões, cuide dos que você fala…

Se você não usa palavrões, não permita que seu filho o faça.

Se você sempre usa palavrões no seu vocabulário cotidiano, foi com você que seu filho aprendeu.

Se você nunca fala, então seu filho aprendeu em algum lugar ou com alguém. Ele trouxe dos lugares onde frequenta ou das pessoas com quem anda os tais palavrões que são “piolhos verbais”.

Ninguém gosta de piolhos. Eles não fazem parte de famílias saudáveis e limpas. Quando trazidos para a família, seja quem quer que os traga (filhos pequenos, graúdos, pais, parentes, amigos, vizinhos, colegas, visitas etc.), de onde quer que venham (escolas, passeios, fazendas, casas visitadas etc.), de quando e como voltam para onde vieram, os pais ou responsáveis logo os combatem, pois, além de provocar coceiras, são tremendamente nojentos e transmitem doenças.

Sabe-se que antigamente os piolhos chegavam até a matar humanos e judiar muito de outros mamíferos, pois eles são hematófagos, isto é, vivem do sangue sugado de sua vítima. A fêmea põe 12 ovos por dia, que viram piolhinhos no período de 6 a 9 dias. Os piolhos transmitem doenças como febre tifóide e provocam anemia no seu hospedeiro. Seu tratamento é muito simples, apesar de trabalhoso. Um pente superfino passado de mecha em mecha, desde a raiz do cabelo até as suas pontas, retira mecanicamente os piolhos ou um secador de cabelos bem quente em minutos queima-os ou os espanta, mas não os seus ovos, chamados lêndeas, que permanecem fortemente grudados na base do cabelo.

Chamo os palavrões de piolhos orais porque eles são falados e, quando proferidos em acompanhamento de específicas ações, viram piolhos comportamentais.

Geralmente, os palavrões são ofensivos e destrutivos, pois são descargas emocionais inadequadas de sensações de frustração, de raiva, de inveja, de dor, que em vez de resolver os problemas, somente os complicam. Tal como os piolhos, eles se instalam nas mentes dos seus usuários e sugam-lhes a saúde relacional. Os palavrões se instalam no cérebro pelo uso constante, a ponto de estabelecerem um curto-circuito nele e os piolhos saltarem antes das soluções.

Graças à natureza da espécie humana, nascemos sem saber falar e aprendemos a língua mãe por convivência. É esta a via contaminadora dos piolhos orais: convivência. Os filhos aprendem não somente o que seus pais falam, mas também as falas de outrem escutadas alhures.

Assim como piolhos, os palavrões devem ser combatidos porque eles iniciam uma deterioração do respeito humano, pois é uma manifestação que ninguém gosta de receber para si. Se o organismo for frágil e susceptível como em crianças que ainda não conseguem se defender, tais piolhos orais acabam com a sua autoestima, a alma identifica-se com o ser ofendido e não custa muito a julgar-se merecedora de qualquer maltrato. Já carrega dentro de si as lêndeas que, assim que se desenvolverem, serão também usadas com as mesmas intenções aprendidas dos seus ofensores, ou seja, passam a contaminar outras pessoas.

O melhor remédio contra os piolhos orais é a educação que ensine a fraternidade a cada um dos seres humanos, eliminando o preconceito, o egocentrismo, a arrogância, o abuso, a tirania, a destrutividade, por meio de um pente fino em suas falas. Dessa forma, é possível criar um calor afetivo que desmancha qualquer mau humor, ninho dos palavrões e suas lêndeas.

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu “Família de Alta Performance”, “Quem Ama, Educa!” e mais 25 livros.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u31.jhtm

Mulheres…

Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida trabalhando e que juntara todos os centavos que ganhava.

Ele era realmente muito mão-de-vaca. Antes de morrer, disse à mulher:

- Ouça-me bem! Quando eu morrer, quero que pegue todo o meu dinheiro e o coloque no caixão junto comigo. Quero levar todo o meu dinheiro para a minha próxima encarnação.

Dito isto, obrigou a mulher a prometer que, quando ele morresse, ela colocaria todo o seu dinheiro dentro do caixão junto dele.

Um dia o homem morre.

Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados.

Quando terminou a cerimônia e antes de o padre se preparar para fechar o caixão, a mulher disse:

- Só um minuto!

Tinha uma caixa de sapatos com ela. Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo. Um amigo disse-lhe:

- Espero que não tenhas sido doida o suficiente para colocar todo aquele dinheiro dentro do caixão!

Ela respondeu:

- Claro que sim. Eu prometi-lhe que colocaria aquele dinheiro junto dele e foi exatamente o que fiz.

- Está me dizendo que puseste todos os centavos que ele tinha dentro do caixão com ele?

- Claro que sim! – respondeu a mulher. – Juntei todo o dinheiro, depositei na minha conta e passei um cheque nominal a ele. Vai descontar lá no inferno…

Quando Eduardo, um belo e promissor jovem advogado, descobriu que herdaria uma fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal, decidiu que era uma boa altura para encontrar uma mulher que fosse a sua companheira para a vida fácil que se avizinhava.

Assim, numa determinada noite, ele foi até ao bar da Ordem dos Advogados, onde conheceu uma advogada, a mais bonita que já tinha visto em toda a sua vida.

Sua extraordinária beleza, o porte elegante, o corpo curvilíneo, a inteligência, a maneira de falar… deixaram-no sem respiração.

- Eu posso parecer um advogado comum – disse-lhe, enquanto iniciava o diálogo para a conquista da musa – mas, dentro de dois ou três meses o meu pai vai morrer e eu herdarei 20 milhões de euros.

Impressionada, a bela advogada foi com ele para casa dele naquela noite.

Três dias depois, tornou-se sua madrasta.

Mulheres obesas e cardiopatas (com colesterol elevado, hipertensão ou outros problemas cardíacos) têm dez vezes mais risco de infartar do que homens na mesma condição. A constatação é de um estudo realizado pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo.

A pesquisa foi coordenada pelo cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, chefe do Departamento de Nutrição Clínica do hospital, e envolveu 1.304 pacientes com mais de 18 anos –450 homens e 854 mulheres.

Para chegar aos resultados, todos os pacientes foram avaliados no início do tratamento: mediram o peso, a estatura e a circunferência abdominal e também fizeram exames clínicos para detectar a presença de fatores de risco cardiovascular, como colesterol e pressão altos.

As amostras foram padronizadas pelo método de análise bioestatística chamado Odd Ratio (razão de chances, em inglês) para calcular os riscos.

A comparação estatística aponta ainda que os pacientes obesos (homens e mulheres) correm nove vezes mais risco de sofrer um evento cardiovascular do que os pré-obesos. Mostra também que hipertensos têm o dobro de risco de ter um infarto do que pessoas com pressão arterial controlada.

Segundo Magnoni, um dos dados que chamou a atenção foi que 98% das mulheres avaliadas tinham circunferência abdominal muito elevada (acima de 88 cm), contra 82,7% dos homens (superior a 102 cm). “Isso comprova que as mulheres estão cada vez mais sedentárias e obesas”, diz.

Além disso, o estudo também constatou que tanto as mulheres quanto os homens tinham praticamente os mesmos fatores de risco e, mesmo assim, o risco de infarto era superior para elas: 90% das mulheres eram hipertensas, enquanto 86% deles tinham o problema, 37% das mulheres e 42% dos homens tinham diabetes, e 43% dos dois grupos tinham dislipidemias.

“Esse estudo mostra que a alimentação inadequada, rica em açúcares, gordura e sódio, aliada ao sedentarismo, pode ser a fonte primária de elevação do risco cardiovascular. A mudança dos hábitos é fundamental para a prevenção desses problemas”, afirma Magnoni.

Marcelo Ferraz Sampaio, cardiologista do hospital Oswaldo Cruz, diz que os resultados refletem o que já era observado nos consultórios. “A mulher obesa e com esses fatores de risco associados é mais suscetível ao infarto porque seu organismo produz menos mecanismos compensatórios para evitar o problema”, diz.

Segundo Sampaio, o organismo dos homens consegue formar mais vasos colaterais quando detecta a presença de lesões do que o das mulheres.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u662750.shtml

O sujeito desabafa com seu melhor amigo, daqueles que se tem desde os tempos de infância.

- Cara… não dá mais pra viver assim… Eu morro de vergonha do tamanho ridículo do meu pênis… Acho que eu vou me suicidar

E o “mui amigo”, preocupado em não deixar que a depressão se apodere do pobre homem, responde:

- Calma, Adolfo. Não é bem assim… Ânimo, rapaz. Vai deixar que uma coisinha tão pequena como essa acabe com a sua vida?

Joãozinho…

Um professor de biologia queria ensinar aos seus alunos os males causados pelas bebidas alcoólicas e elaborou uma experiência que envolvia um copo com água, outro com cerveja e dois vermes.

- Agora alunos, atenção. Observem os vermes – disse o professor, colocando um deles dentro da água.

A criatura nadou agilmente no copo, como se estivesse brincando feliz.

Depois, o mestre colocou o outro verme no segundo copo, contendo cerveja.

O bicho se contorceu todo, desesperadamente, como se estivesse louco para sair do líquido e depois afundou como uma pedra, absolutamente morto.

Satisfeito com os resultados, o professor perguntou aos alunos:

- E então, que lição podemos aprender desta experiência?

Joãozinho levantou a mão, pedindo para falar, e sabiamente respondeu:

- Beba sempre cerveja e você nunca terá vermes.

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